Você notou que os meses do ano têm ganhado colorações? É uma forma de se falar de doenças, prevenção e trazer esclarecimentos. E janeiro, por meio da campanha Janeiro Roxo, é o mês para debatermos a hanseníase. Essa doença se popularizou com o nome de lepra e, no passado, foi bastante mal vista fazendo com que seus portadores fossem estigmatizados e até isolados. Atualmente, existe tratamento e cura para a hanseníase. Abaixo, a Renal Quality traz algumas informações sobre essa doença:

Quais são os sintomas da hanseníase?

A bactéria causadora da doença – Mycobacterium leprae – lesiona nervos periféricos e afeta a sensibilidade da pele, causando manchas esbranquiçadas nas mãos, pés e olhos. Pode causar também manchas avermelhadas ou mais escuras, perda de pelos e ausência de sensibilidade nas áreas afetadas. Em casos mais graves, surgem dormência, perda de tônus muscular e retrações dos dedos, com desenvolvimento de incapacidades físicas. Podem aparecer também caroços e inchaços nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos, cotovelos e pés.

Como a hanseníase é transmitida?

A doença é transmitida através da saliva ou secreções nasais. É importante lembrar que o contato com a pele da pessoa infectada não transmite a hanseníase.

Como funciona o tratamento da hanseníase?

O tratamento da hanseníase é gratuito. No Brasil, é distribuído pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e pode durar de seis meses a um ano. Após a primeira dose da medicação, o risco de transmissão já é eliminado.

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Conteúdo: Lettera Comunicação